Qualquer procedimento cirúrgico, por menor ou pouco invasivo que seja, pode colocar a vida do paciente em risco. Afinal, sempre existe a possibilidade de uma complicação em plena mesa de cirurgia, que pode se mostrar fatal conforme evolua.
Para diminuir as chances que isso ocorra, garantindo assim a integridade física do paciente entra em cena o teste de risco cirúrgico, um conjunto de exames e testes que mostram como está a saúde da pessoa e identifica se ela está mesmo apta a realizar aquele procedimento.

Quando deve ser realizado o teste de risco cirúrgico
O teste de risco cirúrgico, a princípio, deve ser realizado em toda e qualquer operação, mesmo naqueles muito jovens ou que vão se submeter a operações pouco invasivas. O teste se mostra necessário principalmente se houver o uso de anestesia, mesmo que local.
A anestesia é um fator de alerta em procedimentos cirúrgicos, pois sempre pode haver o risco de o paciente ser alérgico ao produto e não saber, apresentando assim um choque anafilático em plena mesa de cirurgia.
O teste de risco cirúrgico é ainda mais importante quando a operação será realizada em pacientes com idade avançada ou, ainda, com histórico de doenças crônicas como hipertensão e, sobretudo, diabetes. Esta última aumenta muito as chances de complicação e mortalidades durante os procedimentos por conta, principalmente, das dificuldades de cicatrização que diabéticos podem apresentar.
Essas dificuldades elevam o risco de infecções, tornando um procedimento rápido e seguro em algo que pode levar a amputações ou, ainda, colocar a vida do paciente em risco.
Para garantir sua eficácia, o teste de risco cirúrgico envolve cinco etapas: na primeira, o especialista realiza um exame clínico, que determina o estado do paciente e suas chances de resistir à cirurgia.
A segunda etapa avalia o tipo de cirurgia recomendada de acordo com seu estado de saúde. Na terceira etapa é medido o risco cardíaco do doente, enquanto a quarta fase contempla a realização de exames clínicos e, na quinta são feitos os preparativos para o pré-operatório.

Quais os sintomas que devem ligar o alerta para a necessidade da realização do teste de risco cirúrgico?
Embora seja aplicada em todos os pacientes, para diminuir o risco que ocorram complicações durante a operação, alguns sintomas tornam a realização do teste de risco cirúrgico muito mais urgente.
Um desses casos são pacientes portadores de doenças graves, como tumores. Mesmo aqueles classificados como benignos podem trazer complicações durante as cirurgias, elevando o risco de que os pacientes tenham sangramentos ou infecções que dificultem sua recuperação.
Além destes, pessoas com doenças incapacitantes também recebem classificações elevadas no teste de risco cirúrgico, o que pode levar o médico a rever o tipo de procedimento, afim de diminuir as chances de morte ou de que o paciente fique com sequelas para o resto de sua vida.

O que realmente leva uma pessoa a ser submetida ao teste de risco cirúrgico?
O teste de risco cirúrgico é necessário para que os médicos envolvidos na cirurgia conheçam o real estado de saúde de seu paciente, oferecendo o melhor tratamento ao doente. Por isso, o que realmente leva alguém a fazer esse teste é a garantia de que nada sairá errado na mesa de cirurgia.

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